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terça-feira, 2 de julho de 2013

Amígdalas, laringe, faringe, gritando por socorro...


Continuando com nosso estudo/pesquisa, lembrando mais uma vez que nosso objetivo é dividir com todos vocês o que aqui escrevo. Compartilho com vocês, estudos, crenças, experiências que atualmente me servem de mapa, focando a natureza corpo/mente.
Vamos conversar sobre Amígdalas,  esse anel, funcionando como sentinelas para o mundo exterior, como dois bastiões da defesa do mundo interno contra bacilos vindos de fora. Via expressa da raiva, do medo e do ódio. O  que podemos e não podemos mais engolir? Onde travamos uma  guerra de ódio e raiva contra algo ou  alguem? 
Não querer ou não poder mais engolir tudo,  buscamos fechar todas as influências  externas. Sentimos dor ou inflamamos a garganta... por resfriados, gripe ou amigdalite. Local da passagem para dentro fica tumultuado porque o que não mais queremos engolir, deglutir, é recusado e fica travado nessa região. Aquilo que não mais aceitamos ingerir, isso pode ser qualquer coisa desagradável que ouvimos e se não usamos nossa defesa de reação, de falar ou  retrucar quando algo nos afeta desagradavelmente, nossas defesas diminuem e  a região da fala, da deglutição fica sensivelmente machucada. Fechamos a porta de entrada de tudo que vem do exterior, mas tambem fechamos a nossa capacidade de comunicação por completo. O que nos faz tanta raiva, ou medo ou ódio? Porque aceitamos sentimentos tão negativos e não  falamos o que queremos ou o que estamos sentindo?
Travamos tudo nessa região do pescoço, como se deixássemos alí uma bola que não sobe e nem desce. Falar, comunicar, isso é nosso desejo e não o fazemos em diversas situações. Porque? O que me impede de comunicar o que sinto? A laringe, a faringe, as amigdalas estão em sofrimento e eu não consigo aliviar, me comunicando, deixando uma forte pressão me fragilizar e inflamar.
A inflamação é como um  barril de pólvora, um conflito que está prestes a explodir quase a se desfazer em chamas. Se não falamos, expressamos o que está ali entalado, agentes externos entram e fazem uma guerra. Não seria uma guerra por nossa incapacidade de comunicar o que sentimos? 
Como aliviar tudo isso... permitir a descarga do represado, abrir-se para um conflito exitante, contribuindo para a  explosão. Quanto mais fraca for a sua defesa, mais forte será a agressão ao corpo fragilizado, digo  mais forte será a doença, a inflamação ou a dor.
É necessário reagir e não travar tais sentimentos negativos engolidos, não  travar mais uma batalha no seu corpo, ousar discutir ajuda a resolver seus conflitos e chegar às soluções. Liberar as energias contidas, represadas, arriscar uma transformação na sua maneira de ser, não guardar, não trancar os sentimentos negativos, promover a consciência de que sua saúde em primeiro lugar, deixar para trás hábitos antigos de ter de calar-se para não  machucar outros, mostrar a raiva , mostrar o que não te fez bem,  isso é um salto para o amadurecimento e crescimento  pessoal, isso é  um alívio para sua expressão e para sua saúde.

contiuamos adiante no próximo bloco...