Quase todas as regiões e órgãos do corpo podem ser afetados. Um neoplasma, algo novo está crescendo, ultrapassando limites. Porque isso? Desgosto profundo, lesão não assimilada, enquanto vivenciamos um choque, nossas forças de defesas são bloqueadas tornando-se um desencadeador. Nosso sistema imunológico enfraquece e ocorre um colapso onde o mesmo elimina células cancerígenas num processo que a bem da verdade, ocorre com frequência. Algum problema destrutivo não reconhecido, prepara a base para a doença alojar-se e assim começamos a caranguejar em torno do tal problema, impedindo-nos de ir em frente, de seguir nosso próprio caminho.
Em seguida deixamos de evoluir, de crescer e a degeneração chega, tamanho é o nosso afastamento da linha de desenvolvimento humano. As células cancerígenas tomam conta do corpo, elas funcionam como seres egoístas que querem tomar todo espaço somente para si e dominam sem piedade. Nossa expressão de vida cai sem forças, nossas emoções ficam reprimidas, sem vitalidade nenhuma, o desgosto ali dormindo, desperta-se promovendo vida ás células cancerígenas.
Nossa censura torna-se decisiva na vida, nos culpamos por não reagirmos, buscamos ser amados e encontramos o contrário desse amor tão desejado, perdemos o conceito de liberdade, da imortalidade, damos espaço para a repressão e deixamos de experimentar os limites, enfraquecemos os impulsos vitais, deixando de lado a adaptação social, esquecemos da lei do mais forte, deixamos de acotovelar para conseguir o nosso espaço vital.
O câncer domina, agride, e oprime, ele infiltra, invade, explora as células que se tornam escravas, quebra regras normais de convivência. Assim as células cancerígenas dominam o nosso corpo em crescimento contínuo, impõem, nos subordinam e essa é a vingança do nosso sistema imune, que permitimos ficar fragilizado, uma vez que deixamos de nos importar com nossos próprios interesses e ideais de vida. Deixamos de dar o salto ideal para frente, porque vivemos a tormenta do desgosto, da mágoa reprimida de maneira acentuada, valorizada, quando deveríamos estar fazendo o contrário. A partir disso tudo, ocorre a metástase, as células cancerígenas se espalhando como irmãs obscuras e desastrosas, como filiais e sucursais, se expandindo pelo corpo sem a menor consideração, realizando somente seus próprios interesses, como pessoas explorando a terra ,sem limites. Onde está nossa consciência de que somos uma unidade grande, extensa e abarcadora? Nossa vontade de lutar e viver? Porque nos deixamos destruir dessa maneira? Se somos mais fortes,porque enfraquecemos nosso sistema imune? Porque alimentamos desgostos, rancor, mágoas profundas? É chegada a hora de uma grande luta, de grande força interior, de grande busca de compreensão do que somos, de onde viemos e porque viemos e não nos atentamos para isso. É hora do nosso balanço sobre tudo isso e somente assim nossa caminhada poderá ser modificada e uma virada será a nossa razão de viver....
continuamos o assunto ainda mais...