Reflexão
Vale a pena a tentativa e não o receio;
Vale a pena discordar do melhor amigo
Vale a pena ser o que for e aí...
Vale a pena confiar e nunca ter medo;
Vale a pena encarar e não fugir da realidade...
Ainda que haja fracasso, vale a pena lutar.
e não apoiá-lo em suas atitudes erradas;
Vale a pena corrigí-lo,
Vale pena encarar-se no espelho e ver se está certo ou errado;
Vale a pena procurar ser o melhor e aí...
Enfim...
Vale pena viver a vida,
Já que a vida não é tudo o que ela pode nos dar,
Mas sim tudo o que podemos dar por ela...
(autor desconhecido)
Nossa mente, segundo Freud está dividida em tres partes ou sistemas: o inconsciente, o pré-consciente e o consciente.
O consciente pode ser comparada à luz do dia, é a parte mais próxima da superfície, quase em contato com o mundo exterior. Imagine-a como um depósito de uma loja onde armazenamos todo o conhecimento que recebemos durante o dia. É onde se processam os pensamentos, onde se registra o que vimos, ouvimos, pensamos, sentimos e fazemos. Corresponde à noção que temos de nosso eu, ou seja, é aquilo que ''pensamos que somos''.
Depois dessa parte vamos para a zona de transição; imagine aí como se fosse o crepúsculo, entre a luz do dia e a escuridão da noite. É o nosso pré-consciente ou subconsciente, é uma terra de ninguém a separar fronteiras, onde se pode armazenar nomes, idéias, fatos não utilizados no dia a dia, que podem ser lembrados ou não, utilizados ou não, semelhante a um arquivo morto. O pré-consciente é o mediador, que deixa a passagem livre, do material guardado no inconsciente ou fecha essa passagem não permitindo que saia nada de lá e chegue até o consciente. É o local da censura, que se apresenta em dois tipos- a censura moral consciente e a censura inconsciente. Devemos lembrar que essa parte também mantém um intercâmbio com o consciente e com o inconsciente.
O inconsciente, então seria a ''noite''. Podemos chamá-lo de porão de toda vida psíquica, onde se guarda tudo que é mantido fora da consciência por bloqueios internos. Aí guardamos as situações vivenciadas sob forte emoção, tais como sentimento de culpa, que expulsamos da nossa consciência e assim elas permanecem guardadas nesse porão. Comparamos a um porão, que é onde se guardavam, em casas antigas, tudo que fosse feio, imprestável, inutilizado, móveis velhos, pias e espelhos quebrados e etc... e que não podiam ficar à vista de visitas por exemplo. Era um local sucatas que se amontoavam aí de modo que a parte superior da casa ficasse apresentável.
Infelizmente essas sucatas não ficam quietas no porão, elas tentam voltar à luz do dia, ou seja, tentam voltar à consciência. Muitos dos sentimentos, emoções carregados de culpa e medo, que tentamos esquecer no inconsciente, estão sempre voltando à luz do dia, à consciência. Imagine se guardássemos nesse porão, um bando de animais ferozes se debatendo e procurando sair ...
Pensem e reflitam um pouco e no próximo bloco continuaremos...
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